Nika Pereira: Uma visão feminina no esporte - O brilho do vice e a queda nas quartas

Nika Pereira: Uma visão feminina no esporte - O brilho do vice e a queda nas quartas

Olá! Hoje quero falar mais uma vez sobre vôlei. A Liga das Nações chegou ao fim, pelo menos para a Seleção Brasileira de Vôlei Masculina de Vôlei, que não passou das quartas. É preciso fazer uma análise do que aconteceu com a seleção. O Brasil defendia o seu título de 2021 da competição.

A seleção perdeu de virada para os americanos por 3 sets 1. Faltou brilho e determinação para o Brasil, que errou bolas bobas, e defendeu pouco. No fim, o time não foi aquele que conhecemos bem.

Faltou para a seleção um oposto como Wallace, que resolve os pontos. O jogador se aposentou da seleção o ano passado e deixou uma lacuna no time. Quem veio para substituir Wallace foi Alan, que infelizmente se machucou ainda na fase classificatória.  Alan foi substituído pelo irmão, Darlan. Com isso, a seleção ficou sem banco.

Ainda durante a fase classificatória, a seleção brasileira deixou a desejar. Ficou em sexto lugar com quatro derrotas. Uma delas, totalmente surpreendente e inédita, foi a derrota de 3 sets 0 para a China. O Brasil nunca havia perdido para seleção chinesa em competições oficiais da Federação Internacional de Vôlei.

O mundial está ai! E a chance de título, este ano, ainda está viva. Agora é esperar para saber qual coelho da cartola Renan vai tirar.

Vou reservar dois parágrafos para falar do vice da seleção feminina na Liga das Nações. Um vice que valeu como o primeiro lugar e ainda revelou talentosas jogadoras como: Júlia Bergmann, Kisy, Júlia Kudiess e das liberos Natinha e Nyeme. O Zé Roberto mostrou mais uma vez porque é considerado um dos melhores técnicos do mundo.

Também não posso deixar de destacar o empenho e entrega da central Carol e da ponteira Gabi. Uma seleção que já vem gerando uma grande expectativa nos torcedores. E que venha o mundial!

É isso, a gente sempre vai se encontrar por aqui.

Não se esqueçam aqui a gente se Comunika sobre esportes.

Nika Pereira

**O conteúdo e informação publicado é responsabilidade exclusiva do colunista e não expressa necessariamente a opinião deste site.

Imagem: FIVB

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Nika Pereira

Nika Pereira

Nika Pereira, Jornalista formada desde 2006. No entando, já conectada com o mundo da comunicação, atuando como Comunicadora desde os seus 16 anos. Em 2001, fez um curso técnico em comunicação em apresentação e locução. Em sua carreira cobriu a Copa do Mundo 2014, Olimpíadas Rio 2016 pela Federação Internacional de Vôlei, fez muitas chamadas de TV para várias modalidades esportivas e eventos. Já passou por todas as editorias e meios de comunicação: rádio, assessoria de imprensa, TV (Record, Globo, Canal Futura), revista, sites de notícias. Contudo, sua paixão pelo esporte começou bem antes disso. Quando tinha apenas 6 anos de idade, assistia aos jogos do Vasco, no rádio, agarrada a perna de seu pai. Durante sua infância, sempre viu o esporte como uma forma de inclusão social e oportunidade para jovens. Gosta tanto de esporte que praticou handebol, futebol, capoeira, taekwondo e boxe, além dos radicais: rapel e rafting. Sempre gostou de contar histórias e inspirar outras pessoas com bons exemplos. Acredita que esporte é isso! Tem boas histórias e muita gente inspiradora.
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