O impacto negativo dos jogos eletrônicos

O impacto negativo dos jogos eletrônicos

Jogos eletrônicos: quais efeitos eles podem causar nos jovens?

Os jogos eletrônicos evoluíram muito nos últimos anos, tendo não só jovens como usuários, mas também adultos e crianças. Os jogos eletrônicos hoje são mais uma forma de se divertir e passar o tempo. Porém, eles também pode ser um problema para os usuários, com o uso exagerado e com jogos violentos. Os jovens, que não sabem desfrutar de maneira correta o uso dos jogos virtuais, podem vir a ter uma série de problemas tanto como psicológico como também na saúde. Com isso, a uma grande parte dos usuários de jogos eletrônicos violentos que tende a ser mais violento com outras pessoas ao seu redor. Em diversos momentos, é possível constatar o uso abusivo dos jogos podendo indicar algum distúrbio. Não são raros os casos de pessoas que, independente da idade, acabam utilizando os games como válvula de escape de seus problemas. A repetição desse comportamento pode tornar-se um vício e consequentemente levar à diversos outros problemas relacionados. De maneira geral, é possível verificar primeiramente o isolamento social, em uma segunda instancia, pode desencadear problemas psico-sociais como ansiedade e síndrome do pânico ou também alterações excessivas no peso.
Entre os problemas físicos que podem ser causados pela prática descompensada dos jogos eletrônicos estão a falta de concentração, obesidade, síndrome do olho seco, problemas de audição e postura inadequada. Especialistas alertam que os primeiros sintomas do exagero são dores nas articulações e na cabeça, má postura, alterações no sono e estresse. Cuidar da sua saúde mental enquanto joga deve ser uma prioridade Independentemente de qual seja a sua relação com os videogames, é sempre importante priorizar a saúde mental em todos os aspectos da vida, inclusive nos jogos. Portanto, esteja atento a como você se sente antes, durante e depois de jogar videogames. Além disso, é importante fazer pausas nos jogos, praticar exercícios físicos, sair, conversar com amigos ou familiares e praticar outras formas de autocuidado. Se o jogo estiver sendo usado como um meio de fuga, excessivo em duração e frequência, contribuindo para consequências negativas em sua vida, ou se o jogo estiver levando ao aumento dos sintomas de saúde mental ou dependência, convém reavaliar seu relacionamento com o jogo ou falar com um profissional de saúde mental

Algumas sugestões para proteger sua saúde mental enquanto continua a jogar

Fazer pausas regulares nos jogos. Envolver-se em outras atividades não relacionadas a jogos que você goste. Autocuidado, como nutrição adequada, exercícios e sair de casa. Envolver-se com um sistema de apoio social pessoal de amigos e familiares. Encontrar maneiras saudáveis ​​de lidar com problemas de saúde mental ou problemas da vida, como meditação, registro no diário, tocar música ou conversar com um ente querido ou profissional de saúde mental.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica o excesso de jogos como uma enfermidade psicológica conhecida como Transtorno de Jogo pela Internet (TJI).
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Karina Cardoso

Karina Cardoso

Psicóloga clínica formada desde 2001, com ampla experiência em saúde mental, Psicopedagogia e Recursos Humanos. Atuo com crianças, adolescentes e adultos em atendimentos psicológicos online e presencial, com escuta ativa, acolhimento e abordagem ética, focada em resultados reais. Atendo demandas emocionais diversas — desde questões relacionadas à ansiedade, autoestima e conflitos interpessoais, até quadros mais complexos envolvendo transtornos mentais, neurodivergências e sofrimento psíquico. Tenho vivência com crianças com autismo, TDAH e outros transtornos do desenvolvimento, oferecendo suporte não apenas à criança, mas também à família, por meio de um olhar psicopedagógico e clínico integrado. Minha experiência em RH (Recrutamento & Seleção, Treinamento, Gestão de Negócios) me proporciona uma escuta diferenciada também para adultos com estresse ocupacional, burnout e conflitos no ambiente de trabalho. Público que atendo: Crianças e adolescentes com ou sem diagnóstico Adultos em sofrimento emocional ou em busca de autoconhecimento Famílias que precisam de orientação psicológica e psicopedagógica Profissionais em crise, burnout ou transição de carreira Diferenciais da minha atuação: Mais de 20 anos de experiência clínica e institucional Visão integrada: Psicologia Clínica + Psicopedagogia + RH Atendimento online e presencial, com ética, escuta empática e compromisso com a transformação
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