The Westin chega a São Paulo com foco em bem-estar

Você sabe: hotéis de rede trazem uma familiaridade que é quase um abraço viajante, com aquela sensação de estar em casa, só que não. Tem tudo que você ama — os amenities, o layout, aquele cheirinho de lobby que vira lembrança boa — e ainda assim, cada unidade ganha um tempero local. Então, me sinto meio boba quando descubro que aquele quarto acolhedor, aqui em São Paulo, apareceu da mesma forma em Los Angeles, ou em qualquer outro lugar no mundo. É tipo “o mundo inteiro tem meu jeitinho favorito de cama” — não custa reconhecer o charme da padronização com pitadas próprias de identidade local.

A história (magnífica) da Marriott

Ah, a Marriott! Começou em 1927 com um humilde “Hot Shoppes” — um balcão de refrigerantes em Washington D.C. No fim dos anos 1950, entrou na hotelaria com o Twin Bridges Motor Hotel na Virgínia, marca o start da trajetória hoteleira da família Marriott Zen Co Casa.

O grande boom veio com a fusão de marcas: em 2016, a Marriott comprou a Starwood Hotels & Resorts por cerca de US$13 bilhões. Com isso, incorporou marcas icônicas como Sheraton, Westin, W Hotels, St. Regis e mais — e virou, oficialmente, a maior rede hoteleira do mundo.

Hoje, a Marriott International domina o ranking global: são mais de 9 mil hotéis e 1,68 milhão de quartos nas mãos dela — número 1 em tamanho e impacto global. Em resumo, sim, é a maior rede do universo hoteleiro até onde os dados atuais apontam. (Ah, Jin Jiang aparece com mais hotéis em número de propriedades, mas Marriott continua na liderança em quartos e presença premium global.)

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The Westin São Paulo no coração da cidade: aquele toque de bem-estar

Agora sim, vamos ao que interessa: o The Westin São Paulo, recém-inaugurado no Itaim Bibi, operado pela Rede Deville, traz uma proposta toda alinhada com o lifestyle contemporâneo — seja o viajante corporativo ou o local que quer escapar do caos do dia a dia.

São 187 quartos, 8 espaços para eventos, 2 bares (ideal praquela caipirinha pre- ou pós-reunião), academia, piscina externa e restaurante — tudo focado nos 6 pilares do bem-estar: Eat Well, Sleep Well, Feel Well, Move Well, Play Well e Work Well. A pegada wellness é o grande diferencial: boa comida, sono restaurador, foco, energização… tudo projetado para recarregar antes, durante e depois da estadia.

O café da manhã não é cortesia — tipicamente “à americana”. A Marriott, por ser americana de origem, e o The Westin segue essa cultura, embora possa precisar se adaptar ao gosto do brasileiro com o tempo.

O preço da diária, de acordo com o Booking, é a partir de R$ 2.697.

Sobre o Itaim Bibi — o bairro que combina com essa vibe

O Itaim Bibi é classe, é moderno e, de quebra, centralíssimo. Ele faz parte da Zona Oeste da cidade, administrado pela subprefeitura de Pinheiros, apesar de muita gente achá-lo Zona Sul (erro comum!)

É o point das sedes de gigantes como Google, Facebook, Microsoft, Nestlé, entre outros, além de ser polo gastronômico e cultural fervilhante — com shoppings, vida noturna e o valor do m² entre os mais caros da cidade.

Sem falar dos seus vizinhos elegantes: Vila Olímpia, Vila Nova Conceição, Jardim Europa. É o tipo de localização onde você entende que luxo e praticidade andam de mãos dadas.

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Confesso que estou doida para conhecer e experimentar todo esse conceito do The West São Paulo e viver muitas experiências além da diária por lá (e depois compartilhar tudo aqui, claro). Sendo assim, um beijo e até o próximo Check-in da Lau.

 

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