A manutenção dos relacionamentos familiares, sociais e afetivos, e as trocas interpessoais são essenciais para o bem-estar e a qualidade de vida de pessoas de todas as idades. A mudança repentina que gerou essa dificuldade de convívio social afetou as emoções, trouxe insegurança, medo, frustração e angústia.
Mediante os impactos da pandemia, muitos estão com dificuldade de manter o bem-estar neste momento, já que a mudança brusca nas rotinas e a necessidade de cumprir os protocolos de distanciamento influenciam consideravelmente o convívio social. Como somos seres sociais, a adequação ao “novo normal” representa um grande desafio para remodelar o comportamento sem afetar as emoções.
Um dos efeitos mais preocupantes do distanciamento social está relacionado à ansiedade e emoções negativas resultantes das mudanças que ocorreram de forma abrupta em nosso convívio social. Além disso, a necessidade de se adequar ao trabalho home office, aos estudos não presenciais e à obrigatoriedade de ficar em casa resultou em incertezas e sofrimento.
Vale destacar que nem sempre os impactos do isolamento social se restringem à crise de ansiedade, irritabilidade, insônia ou alterações de humor. Em muitas situações em que já existiam quadros patológicos de ordem psíquica, os efeitos da pandemia foram mais agressivos e contribuíram para sintomas psicóticos, ideação suicida, alcoolismo ou abuso de entorpecentes.
Também é importante considerar a necessidade de cuidados quando o indivíduo está exposto aos efeitos de maior carga de estresse gerados pelo cenário atual. Na pandemia, fatores como mudanças de hábito, luto, desemprego e o medo de ser contaminado pelo novo coronavírus influenciaram bastante o estado emocional.
Por essa razão, a instabilidade gerada por essas transformações na rotina sugerem a busca por ajuda profissional especializada em saúde mental. Sobretudo nos casos em que se percebem desajustes emocionais muito intensos e persistentes, o ideal é recorrer ao apoio profissional o quanto antes.
Medidas que devem ser observadas para a população infanto-juvenil. Veja quais são:
●equilibrar horários de estudos e tempo para brincar;
●orientá-los sobre o risco do excesso de eletrônicos e internet;
●manter o contato online ou por telefone com amigos da mesma faixa etária;
●incentivar o contato com avós e outros parentes que não podem ser visitados;
●ajudar, sempre que possível, com tarefas da escola para promover uma interação saudável;
●prezar pelo acolhimento a seus medos e apoiá-los quando expressarem suas preocupações;
●mostrar-se disponível para um diálogo aberto sobre a realidade que envolve os riscos à saúde na pandemia.
Práticas que também podem fortalecer o estado emocional e reforçar os vínculos sociais. Confira:
●evitar hábitos que geram ansiedade e sofrimento como o consumo de notícias sensacionalistas;
●filtrar as fontes das informações e consultar materiais confiáveis;
●evitar o ócio, mas incluir pausas e descansos no home office;
●exercitar-se em casa e praticar atividades de relaxamento;
●fazer meditação para manter a calma e uma mente tranquila;
●manter contato telefônico ou pelas redes sociais com familiares e amigos;
●ter iniciativas solidárias para com vizinhos, idosos ou grupos de risco que necessitam de ajuda;
●organizar uma rotina favorável à atenção aos familiares e ao equilíbrio nas relações sociais, mesmo a distância.
O convívio social tem um papel fundamental no bem-estar emocional de qualquer pessoa. A interação com outras pessoas promove um sentido de pertencimento, acolhimento e suporte emocional que são essenciais para nossa saúde mental. O isolamento, por outro lado, pode ser devastador, como foi visto durante a pandemia, quando o distanciamento social trouxe à tona desafios emocionais significativos.
A importância das conexões sociais em todas as idades
Estudos realizados durante a pandemia confirmaram que a privação do convívio social impacta negativamente o humor, gerando transtornos como ansiedade, estresse excessivo e depressão. Seja para crianças, adolescentes, adultos ou idosos, a manutenção das interações sociais é crucial para a qualidade de vida e o equilíbrio emocional.
Para os mais jovens, o contato com amigos e familiares por meio de chamadas de vídeo ou redes sociais ajudou a amenizar os sentimentos de solidão. Para os mais velhos, a interação, mesmo que a distância, com netos, filhos e amigos, foi uma ferramenta poderosa para enfrentar o isolamento.
Psicóloga clínica formada desde 2001, com ampla experiência em saúde mental, Psicopedagogia e Recursos Humanos. Atuo com crianças, adolescentes e adultos em atendimentos psicológicos online e presencial, com escuta ativa, acolhimento e abordagem ética, focada em resultados reais.
Atendo demandas emocionais diversas — desde questões relacionadas à ansiedade, autoestima e conflitos interpessoais, até quadros mais complexos envolvendo transtornos mentais, neurodivergências e sofrimento psíquico.
Tenho vivência com crianças com autismo, TDAH e outros transtornos do desenvolvimento, oferecendo suporte não apenas à criança, mas também à família, por meio de um olhar psicopedagógico e clínico integrado.
Minha experiência em RH (Recrutamento & Seleção, Treinamento, Gestão de Negócios) me proporciona uma escuta diferenciada também para adultos com estresse ocupacional, burnout e conflitos no ambiente de trabalho.
Público que atendo:
Crianças e adolescentes com ou sem diagnóstico
Adultos em sofrimento emocional ou em busca de autoconhecimento
Famílias que precisam de orientação psicológica e psicopedagógica
Profissionais em crise, burnout ou transição de carreira
Diferenciais da minha atuação:
Mais de 20 anos de experiência clínica e institucional
Visão integrada: Psicologia Clínica + Psicopedagogia + RH
Atendimento online e presencial, com ética, escuta empática e compromisso com a transformação
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