NO CORAÇÃO DO TORCEDOR BRASILEIRO

Baltazar
Baltazar
No coração do Futebol Brasileiro, e do torcedor mais fiel, janeiro não é só mês de sol forte e promessa de chuva, é início de Copinha com as joias que estão na base, esperando uma chance de ouro, de mostrar seu valor.
Mês também de Campeonato Paulista, agora na sua versão mais pocket, edição de bolso. Um campo minado que precisa de atenção, apenas 8 rodadas, de tiro curto. Se bobear, pode ser rebaixado.
Época de mercado de transferências que mexe com o sonho dos torcedores, e por que não?  De sonho também se vive, e dependendo do preço continua sendo somente um sonho bem sonhado.
E se colocar mais um tempero?
Casemiro
Casemiro
Ano de Copa do Mundo, uma generosa ansiedade que mexe e causa expectativa que não se apaga nem com  a certeza que o tempo não foi bastante para  se aprimorar.
Em 2026, o mundo do futebol vive algo sem precedentes: a Copa do Mundo, pela primeira vez na história, será disputada em três países, Estados Unidos, Canadá e México, muita história geopolítica reunida e centro nevrálgico de todas as atenções mundiais nesse momento.
Serão 48 seleções em campo, uma expansão que promete transformar cada fase final em uma jornada de superação e com marcas inéditas.
Então vamos por partes, no Paulistão, os clubes correm contra o relógio para fechar elencos capazes de equilibrar tradição e inovação. Como disse o Crespo, técnico do São Paulo, colocar o carro na pista, e reformular tudo com o motor em movimento.
Estêvão
Estêvão
E ele não fala isso, apenas sobre o dentro do campo, a faxina tem que ser geral. Até tirar os tapetes persas da sala.
A cada contratação entra na pauta das torcidas como se fossem gols antecipados e cada nome anunciado é um suspiro, uma esperança de que agora vai! Agora
sim. E até empurram aos gritos em pleno estádio!
No Corinthians, parte dessa memória esportiva carrega uma mistura de glória e saudade. Recordar os primórdios do futebol paulista é lembrar de Baltazar, o lendário “Cabecinha de Ouro”. O centroavante do Timão marcou sua presença na Copa do Mundo de 1950, sendo um dos poucos jogadores a fazer gol de cabeça pela seleção brasileira naquele Mundial — ele balançou as redes na vitória por 4×0 sobre o México, um feito tão corintiano quanto a raça com que o time disputa cada clássico.
Raphinha
Raphinha
Foi também Baltazar que, vestindo o manto alvinegro, simbolizou a conexão entre o Paulistão e o sonho maior do futebol: fazer gol com a mesma força com que a torcida empurra o time em casa.
Naquele Mundial emblemático, em que o Brasil viveu o Maracanaço e uma de suas maiores tristezas futebolísticas, a presença de corinthianos como ele lembravam que, mesmo nos momentos mais amargos, há sempre um capítulo de luta e entrega que supera a dor dos resultados.
Hoje, torcedores olham para a tabela do Paulistão como quem lê as linhas de um livro antigo, na expectativa de cravar o nome de um novo atacante que possa ser lembrado assim como Baltazar, nos gritos, nos gols, nas manhãs de domingo.
E o que dizer do Mirassol?
Clube que em 2026, está na CONMEBOL Libertadores, fabuloso feito de garra e muita determinação e sem medo de cara feia!
Mirassol esse time, tão bem afinado, levará seus confrontos internacionais para o Pacaembu, estádio bem localizado no coração da Cidade de São Paulo, com mais 20 mil lugares para os inúmeros torcedores e acesso fácil e rápido ao Aeroporto Internacional.
Tudo parece bem resolvido, sem furos nessa loucura de tempo, espaço e decisões inadiáveis, por que Ano de Copa do Mundo, o ritmo é outro, a dança tem mais requebros, e os jogadores ansiosos para fazer bonito para seus torcedores e agradar ao técnico novo, mas experiente e muito respeitado no mundo todo.
E acredito que todos nós depositamos um pouco de confiança na equipe, no Ancellotti, que sim pegou o “carro parado na estrada sem gasolina”, mas Brasil é Brasil, verde e amarelo!
Ancellotti
Ancellotti
O ano vai passar voando, e os olhos até incrédulos estarão atentos para a Copa do Mundo.
Aquela velha história, que a gente conhece, de velho…
Se perder, uma frustração, que dirão….eu avisei!
Se ganhar, para muitos, nada mais que pura obrigação!
Afinal essas contradições traduzem em muito da alma do torcedor apaixonado.
E esperar pela festa, comprar fogos, uma bandeira nova, uma churrasqueira, anotar palpites, estocar as cervejas, afiar o inglês, tem que estar na lista!
Até a próxima semana!

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