QUEM CHAMOU A CAVALARIA?

Só mesmo o futebol para reunir na mesma frase pré temporada, institucional e cavalaria.
Ao contrário do mundo da moda, a pré-temporada do futebol não é o lançamento das melhores cores e tendências, mas envolve, dinâmica de jogo, dieta e descanso, mais do que necessário.
Houve um tempo que o luxo era Campos de Jordão, e mais recentemente uma escapada para os Estados Unidos, para um torneio com luzes e imprensa. Mas nesse ano, nada disso, ainda com o gosto de ressaca de ano velho, os jogadores e as comissões começaram Torneios Regionais e a Copinha.
Entre a Copinha e a Copa do Mundo, precisam caber Campeonatos Nacionais, Amistosos, Campeonatos Internacionais e tudo que possa se tornar rentável.
Os clubes que tem recurso e planejamento investem com a renovação de seu elenco. Os demais cobrem o elenco atual com cobertor curto, com promessas, juros e muita criatividade.
E a pré temporada acontece com o carro em movimento.


Institucional palavra bastante usada em momentos de crise, e de contratos não cumpridos, ou times de base que não tiveram o desempenho esperado e podem ofuscar o sucesso futuro. Uma forma interessante de dizer que o nome do clube, está acima de tudo, inclusive de planilhas, e do repouso merecido.
Cavalaria do Flamengo, do Palmeiras, do Cruzeiro que precisam socorrer com seus medalhões, antes que caldo entorne. Chamem a turma de peso! Para isso que eles ganham milhões!
E lá foi mais uma cria, um menino de 19 anos, a Jóia da Colina, Rayan Vinicius Simplicio Rocha, que vai brilhar na Inglaterra, e vai com certeza, fazer bonito.
Ele e um exército de parentes, agregados, representantes, empresários, professores e curiosos de ocasião, que tem a missão de fazer tudo na risca, para não correr risco. Mas esquecem que futebol é um esporte coletivo.
E muitos foram com mais ilusão do que realidade e isso também faz parte do crescimento e reforça a idéia de muitos, que nossas melhores crias precisam mais do que jogar bem….precisam de estrutura emocional!

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Com saudosismo recordo dos campos de futebol de antigamente, hoje nem são Estádios, são Arenas projetadas e gramados artificiais, as câmeras visíveis oferecem muitos ângulos diferentes da partida. Não bastam os lances da televisão aberta, tem os lances das televisões fechadas e aplicativos, os drones, os lances do VAR, das câmeras que revestem o árbitro, no peito, na cabeça, com microfones para elucidar as dúvidas.
Tecnologia ao alcance da mão, mas o certo é que
“O futebol é um organismo vivo! E surpreendente!”
E após cada partida, jornalistas discutem nem sempre calmamente por lances, que geram polêmica e mantém a audiência, e aí também ocorre a pré temporada e a caça às bruxas. E onde segredos de sete chaves vem a tona com força e derrubam presidentes.
Uma nova atribuição para os dirigentes é blindar o campo, impedir que os jogadores sejam influenciados pelas boas ou ruins administrações dos Clubes.


Um ato heróico e que exige diplomacia e equilíbrio com as palavras certas e diretas ao alvo…atrasar salários, comissões, prêmios, direito de imagem, cláusulas contratuais cumpridas e descumpridas por ambas as partes, empresários, representantes, inclusive alguns pais como tutores.
Interesses? Como se tornar blindado?
E na ponta mais frágil dessa “corda”, dessa “cadeia alimentar” estão os torcedores, que também recebem críticas…. (???)
Sugestão? Sejam blindados também!
Só não chamem a Cavalaria!
Até a próxima!

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