George Ross: Desvalorização musical

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Acho que a primeira coisa que nos vêm a cabeça quando pensamos no assunto é a cultura do nosso país. A grande verdade é que o nosso Brasil não é só rico em fauna e flora, mas também em arte! E a música do nosso país é uma prova disso.

A música brasileira além de riquíssima rítmica e harmonicamente possui muitas vertentes, variando de acordo com a região do país. Infelizmente, a mídia atual não foca nessa riqueza histórica que para muitos acaba caindo no esquecimento, e esse é um dos fatores que acabam desvalorizando e reduzindo ainda mais o espaço para as nossas relíquias musicais. Enquanto o foco estiver veementemente em cima do funk, sertanejo e pop, acaba se criando um ciclo que gira em torno apenas desses estilos, restringindo toda a nossa extensa variedade musical.

Outro fator que não posso deixar de mencionar é a tecnologia, outro dia estava vendo um piano tocando sozinho e não era um piano elétrico! Quando fui ver, era um aparelho que você instala no piano e ele já possui algumas músicas programadas que faz com que seu mecanismo pressione as teclas automaticamente. O que dizer disso?

O que posso afirmar é que o feeling do pianista nunca poderá ser substituído e que a nossa boa música, apesar de um pouco escondida, sempre se manterá viva pelos verdadeiros artistas.

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George Ross

George Ross

Sua influência musical começou a partir de seus pais, amantes da música, que através de ritmos populares como o Jazz e a Bossa Nova, construíram as bases de sua percepção musical. Seu pai, saxofonista, ouvia de Miles Davis a Jobim e sua mãe um repertório voltado ao Pop. Seu primeiro contato foi através do piano e, mais tarde, com o violão e a guitarra elétrica. O Rock n Roll com certeza foi e é o grande responsável por despertar a vontade que teve em escolher dedicar a sua vida à música. A Guitarra solo foi o seu principal estímulo durante a sua adolescência, ouvindo grandes músicos como: Edward Van Halen, Joe Satriani e Steve Vai. Mais tarde cursou produção musical na universidade Anhembi Morumbi e Música no conservatório e faculdade Souza Lima, abrindo o seu leque para o estudo de outros estilos musicais. Hoje ele é dono do estúdio/escola Sound Lab, localizado no Itaim Bibi, onde trabalha como professor de guitarra e piano e Produtor/Compositor. Trabalha também como guitarrista e pianista em eventos.
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