Baixa Autoestima na adolescência

Baixa Autoestima na adolescência
Baixa Autoestima na adolescência

A falta de apoio de familiares resulta em mais chances da criança se tornaram jovem adulto oprimido, com baixa autoestima, que não confie em suas ações e decisões, sempre duvidando da sua capacidade. 

Muitas vezes, a autoestima está relacionada com a depressão, o excesso de demandas, a insegurança e aparência. A depressão desencadeia pensamentos negativos sobre si mesmo. 

A comparação nas redes sociais aumenta significativamente a insegurança sobre a aparência. 

A autoestima desempenha um papel crucial nas relações sociais dos adolescentes. 

Jovens com baixa autoestima podem enfrentar dificuldades na interação com os outros, isolamento social, comportamentos destrutivos, além da perda de confiança em si e na vida em geral. 

Uma autoimagem negativa na adolescência contribui diretamente para uma baixa autoestima. 

Um adolescente insatisfeito com a sua aparência apresenta sentimentos de vergonha, elevada frustração e criticismo. 

Essa percepção negativa acarreta vários danos: 

  • Isolamento social 
  • Mudanças de humor 
  • Dificuldade de aprendizagem 
  • Dificuldade na comunicação 

Em casos mais graves, a auto imagem negativa pode levar a perturbações de ansiedade, depressão, perturbações alimentares, a automutilação, abuso de substância ou mesmo suicídio. 

Sintomas da baixa auto estima: 

  • Julgar a si mesmo o tempo todo;
  • Medo do abandono; 
  • É insegura; 
  • Busca excessiva de elogios e aprovações externas;
  • Carente emocionalmente; 
  • Sempre se compara com os outros, os achando melhores ou superiores; 
  • Sente se inferior aos outros; 
  • Acha que os outros são mais capazes e mais merecedores; 
  • Reflete nos outros a culpa dos seus próprios erros; 
  • Não valoriza suas conquistas; 
  • Tenho medo de ser rejeitada; 
  • Faz de tudo pra agradar os outros; 
  • Tem dificuldade em fazer novas amizades; 
  • Excesso de timidez. 

Durante a adolescência ainda mais no período da puberdade, eles estão sensíveis às mudanças na aparência, então, a autoestima pode ser afetada. 

A autoestima baixa pode ter um impacto significativo no bem-estar e no desenvolvimento saudável dos adolescentes.  

Como ajudar um adolescente com autoestima baixa? 

  •  comunique-se abertamente: esteja aberta ao diálogo, estabeleça uma comunicação eficaz, na qual seu filho se sinta à vontade para expressar seus pensamentos, sentimentos e preocupações. 
  •  reconheça suas conquistas: é fundamental reconhecer e valorizar as conquistas do seu filho, por menores que sejam. Isso ajuda a fortalecer a autoconfiança e a autoestima dele, incentivando a desenvolver uma visão positiva de si. 
  •  Estimule interesses E habilidades: encoraje seu filho a explorar seus interesses e descobrir suas habilidades, ou seja, desenvolver o autoconhecimento. 

Incentive o a praticar esportes, clubes ou grupos nos quais ele possa fazer amigos e se destacar.

  •  ensine o auto cuidado: o autocuidado é essencial para o bem-estar emocional e físico de um adolescente. 

Incentive uma alimentação saudável, a prática de exercícios e uma rotina de sono adequada, tudo isso ajuda na construção de uma boa auto imagem. 

  •  Promova relações saudáveis: incentive seu filho a construir amizades positivas e se envolverem relacionamentos saudáveis com colegas, familiares e outros adultos significativos. 

Ajude o a desenvolver habilidades sociais, como comunicação, em empatia e resolução de conflitos. 

  •  busque ajuda profissional, se necessário: se a auto estima do seu filho continuar baixa, apesar de seus esforços e apoio, pode ser útil buscar ajuda profissional. 

Conselho da colunista: 

 Em provérbios 1, está escrito que o temor a Deus é o princípio da sabedoria. 

 Provérbios foi escrito para os jovens em especial, pelo rei Salomão, para instruí-los no caminho que devem andar. 

 São 31 capítulos, um para cada dia do mês e no mês que tiver 30 dias, leia o capítulo 30 e 31. 

 Leia todos os dias, por no mínimo 2 anos ininterruptos e veja a diferença em sua vida. 

 Me siga no Instagram e acompanhe as lives semanais com diversos temas incríveis!!

 @karina_cardoso__ 

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Karina Cardoso

Karina Cardoso

Psicóloga clínica formada desde 2001, com ampla experiência em saúde mental, Psicopedagogia e Recursos Humanos. Atuo com crianças, adolescentes e adultos em atendimentos psicológicos online e presencial, com escuta ativa, acolhimento e abordagem ética, focada em resultados reais. Atendo demandas emocionais diversas — desde questões relacionadas à ansiedade, autoestima e conflitos interpessoais, até quadros mais complexos envolvendo transtornos mentais, neurodivergências e sofrimento psíquico. Tenho vivência com crianças com autismo, TDAH e outros transtornos do desenvolvimento, oferecendo suporte não apenas à criança, mas também à família, por meio de um olhar psicopedagógico e clínico integrado. Minha experiência em RH (Recrutamento & Seleção, Treinamento, Gestão de Negócios) me proporciona uma escuta diferenciada também para adultos com estresse ocupacional, burnout e conflitos no ambiente de trabalho. Público que atendo: Crianças e adolescentes com ou sem diagnóstico Adultos em sofrimento emocional ou em busca de autoconhecimento Famílias que precisam de orientação psicológica e psicopedagógica Profissionais em crise, burnout ou transição de carreira Diferenciais da minha atuação: Mais de 20 anos de experiência clínica e institucional Visão integrada: Psicologia Clínica + Psicopedagogia + RH Atendimento online e presencial, com ética, escuta empática e compromisso com a transformação
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