Saúde Mental nas Escolas

Saúde Mental nas Escolas
A Política Nacional de Saúde Mental nas Escolas foi criada em janeiro de 2024. A implementação da política deve acontecer por meio da Raps (Rede de Atenção Psicossocial) e do PSE (Programa Saúde na Escola). Pelo Manual Estatístico dos Transtornos psiquiátricos, conhecido por DSM-5, “um transtorno mental é uma síndrome caracterizada por perturbação clinicamente significativa na cognição, na regulação emocional ou no comportamento de um indivíduo”. São esses os sintomas Sintomas emocionais: Tristeza profunda, ansiedade excessiva, irritabilidade, raiva, apatia, desespero, culpa, baixa autoestima, desinteresse por atividades antes prazerosas, sensação de vazio ou desesperança.
Sintomas cognitivos: Dificuldade em se concentrar, problemas de memória, pensamentos negativos recorrentes, dificuldade em tomar decisões, confusão mental, delírios (crenças falsas), alucinações (percepções sensoriais sem estímulo externo). Sintomas físicos: Fadiga, dores musculares, dores de cabeça, problemas gastrointestinais, alterações no apetite e no sono, mudanças no peso, tensão muscular. Sintomas comportamentais: Isolamento social, dificuldade em manter relacionamentos, mudanças nos hábitos alimentares e de sono, agitação, lentidão, comportamentos impulsivos, automutilação, uso de substâncias.

ATENÇÃO

Cerca de 800 mil pessoas se suicidam por ano, sendo que a maioria são jovens entre 15 e 29 anos, ou seja, pessoas que se encontram em idade escolar.

Como a saúde mental afeta os estudantes?

A saúde mental dos alunos desempenha um papel fundamental na aprendizagem. Quando os estudantes estão emocionalmente estáveis, eles conseguem concentrar-se melhor, reter informações com maior facilidade e demonstrar um desempenho mais consistente.

Como o ambiente escolar pode influenciar a depressão?

A depressão na escola muitas vezes se manifesta através do retraimento social. Observar se ele evita interações sociais, perde o interesse em atividades que antes eram prazerosas, ou simplesmente se isola em seu próprio mundo pode indicar que algo está incomodando. A promoção da saúde mental na escola proporciona aos alunos informação sobre o tema e o desenvolvimento de habilidades pessoais e sociais que pode auxilia-los na buscar por hábitos saudáveis.
Muitas vezes, o problema de saúde mental é gerado na própria escola, por pressão nas atividades, ansiedade com provas e vestibulares, bullying, dificuldade de socialização, entre outros. E mesmo quando o problema vem de casa, um ambiente hostil na escola pode aprofundá-lo. É importante pontuar a importância da escola para a saúde emocional. A própria constituição de 88 considera a escola como um lugar propício para as ações de saúde mental e para promoção e prevenção à saúde. E ninguém mais representa melhor o papel da escola como o professor.

Como a escola pode ajudar na saúde mental do aluno?

As escolas podem oferecer uma variedade de recursos de apoio para ajudar os alunos a lidar com o estresse e a ansiedade. Isso inclui grupos de apoio, sessões de meditação e mindfulness, além de atividades físicas e acesso a serviços de aconselhamento. Muitas vezes, o problema de saúde mental é gerado na própria escola, por pressão nas atividades, ansiedade com provas e vestibulares, bullying, dificuldade de socialização, entre outros. E mesmo quando o problema vem de casa, um ambiente hostil na escola pode aprofundá-lo.

Nota da Psicóloga:

É necessário um treinamento para que os professores saibam lidar com a Saúde Mental. ●Ter conhecimento na área da saúde mental. ●As escolas têm que ter Psicólogas e Psicopedagogas obrigatoriamente. ●Palestras de conscientização com pais e alunos. ●Um ambiente acolhedor e de inclusão. ●Não pode faltar aula de artes para o desenvolvimento da criatividade e bem estar.
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Karina Cardoso

Karina Cardoso

Psicóloga clínica formada desde 2001, com ampla experiência em saúde mental, Psicopedagogia e Recursos Humanos. Atuo com crianças, adolescentes e adultos em atendimentos psicológicos online e presencial, com escuta ativa, acolhimento e abordagem ética, focada em resultados reais. Atendo demandas emocionais diversas — desde questões relacionadas à ansiedade, autoestima e conflitos interpessoais, até quadros mais complexos envolvendo transtornos mentais, neurodivergências e sofrimento psíquico. Tenho vivência com crianças com autismo, TDAH e outros transtornos do desenvolvimento, oferecendo suporte não apenas à criança, mas também à família, por meio de um olhar psicopedagógico e clínico integrado. Minha experiência em RH (Recrutamento & Seleção, Treinamento, Gestão de Negócios) me proporciona uma escuta diferenciada também para adultos com estresse ocupacional, burnout e conflitos no ambiente de trabalho. Público que atendo: Crianças e adolescentes com ou sem diagnóstico Adultos em sofrimento emocional ou em busca de autoconhecimento Famílias que precisam de orientação psicológica e psicopedagógica Profissionais em crise, burnout ou transição de carreira Diferenciais da minha atuação: Mais de 20 anos de experiência clínica e institucional Visão integrada: Psicologia Clínica + Psicopedagogia + RH Atendimento online e presencial, com ética, escuta empática e compromisso com a transformação
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