Copa do Mundo. O Brasil se classificou com seu pior desempenho e esse será o registro nos livros de história, mas enquanto a memória está fresca, bom esclarecer que a CBF, deixou de ser preocupar com o assunto por três anos e quando se deu conta todos os técnicos que por lá passaram, serviram de testes.
Talvez, Tite, mas ele realmente não queria nem a pau.
Felipão, nem foi cogitado. Diniz aceitou como estagiário de meio período. O Dorival ficou o suficiente para se decepcionar. E cada um à seu modo, fracassou, para o desânimo e descrédito da torcida brasileira.
Um a um acabou caindo fora por falta de apoio, não jogar o jogo com cartas marcadas e por não fazer conchavos.
Num passe de mágica o que parecia irreal aconteceu, um dos técnicos mais importantes do mundo Carlo Ancelotti, disse sim para a Seleção Brasileira e aceitou comandar o escrete na Copa do Mundo de 2026.
Não houve tempo hábil para o refino, para preencher os requisitos básicos de uma Seleção que almeja ser Campeã, não por falta de talentos, mas por falta de entrosamento.
Mas esses jogadores, são os melhores do Mundo?

Até podem ser, o fato é que não se conhecem!
Não há uma liderança destemida que comande o time dentro de campo, que exija posicionamento, garra, visão de jogo e dedicação.
Líderes como Cafu, como Tiago Silva, o Dunga, de muita personalidade e sem medo de empresários e de fofocas de vestiário.
Emerson Leão goleiro da Seleção Brasileira e de clubes como Palmeiras, do Corinthians e que foi técnico de futebol com êxito, tem uma frase famosa “Compravam os frutos e agora levam as sementes”.
E essa é a nossa realidade, jovens promessas, os meninos da base, jóias do clube, mal aprendem a ler e conhecer o mundo e levantam asas e seguem para outros países, onde passam a valer muito dinheiro perdendo assim o amor à pátria.


Tele Santana costumava dizer que precisava estar no jogador a fome de bola, a fome de cachorro até pelos ossos, a vontade de definição, a iniciativa, a alegria e a determinação de vencer.
O jogo de futebol não está em apenas se defender, mas ser temido, a busca de ser decifrado, na individualidade de seus talentos, mas na força do coletivo, da parceria natural de jogarem juntos, de se entenderem nos gestos e nos olhares, na cabeça erguida em campo, para localizar o melhor posicionamento, entender o técnico e aplicar a melhor jogada em campo.
Rogério Ceni, desnecessário dizer de sua grandeza, por mais de 20 anos, vestiu o manto do São Paulo e foi muito além de jogador e goleiro, é e sempre será o melhor jogador do São Paulo, por que treinava além de suas forças, foi artilheiro por que ensaiava bater pênaltis, era líder em campo e entendia de regras e as jogadas treinadas por seus tantos técnicos.
E os times da Copa do Brasil estão definidos Fluminense, quase um patinho feio no mundial, um sobrevivente em frangalhos no Campeonato Brasileiro e um finalista na Copa do Brasil, está sendo forjado, e quase virando um cisne.


Corinthians que vive um caos, fora das linhas do campo, com delações, polícia e rombos nos cofres que já estão vazios. Que delega poderes a quem acredita que não pagar pode ser uma saída.
No campo, diante de sua torcida apaixonada, assiste o time ganhar sem convencer, mas vence e traz a tona um menino que só quer ser reconhecido, Guilherme.
Cruzeiro que passou maus pedaços, mas com muita coragem tirou alguns que não aceitavam as normas, sem a mesma visão de futuro e começou a trilhar os caminhos com coragem. Sob Nova Direção.
Vasco, decidiu nos pênaltis com o Botafogo, e levou a vantagem de melhores acertos, possui em seu grupo Vegetti, Leo Jardim e Philipe Coutinho e o técnico Diniz e uma torcida vibrante, que torce até o apito final.
Até a semana que vem
Obrigada a todos leitores
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