Priscilla Bisognin: Panetone

panetone

A mais tradicional receita de Natal, trata-se de um pão doce enriquecido com gemas, açúcar e manteiga. Para ter estrutura para suportar estes ingredientes mais ‘pesados’, recomenda-se o uso de farinhas com teor maior de glúten. Porém como nem sempre é fácil obter este tipo de produto, é recomendado o uso de misturas e melhorador para a fabricação caseira.

Esponja

330 g (1 ½ xícara) de água

30 g (3 colheres de sopa) de fermento biológico seco

375 g (3 xícaras) de farinha de trigo

10 g (4 colheres de chá) de melhorador

Misture tudo, e deixe fermentar por 1 hora.

Massa

8 gemas

6 g (1 colher de chá) de sal

400 g de preparo para panetone (encontra em lojas especializadas em artigos para confeitaria)

40 g (1/4 xícara) de açúcar

10 g (1 colher de sopa) de essência para panetone

330 g (1 ½ xícara) de água

880 g (7 xícaras) de farinha de trigo

100 g (1/2 xícara) de manteiga sem sal, em temperatura ambiente + pedaços de manteiga para a finalização

360 g de chocolate picado, ou em gotas, ou frutas cristalizadas.

Modo de preparo

Misture os ingredientes da massa, com exceção da manteiga, com a esponja, preparada anteriormente. Bata por pelo menos 15 minutos em velocidade baixa, até que a massa esteja lisa, e comece a desgrudar da batedeira. Acrescente a manteiga e bata em velocidade rápida, até que esta seja incorporada. Por fim coloque o recheio (chocolate ou frutas) e bata apenas até que tudo seja incorporado.

Deixe fermentar por 1 hora, e porcione de acordo com o desejado. Deixe crescer por mais 1 hora, ou até que falte 1 ou dois dedos para a massa atingir o topo da forma.

Com uma tesoura, corte um X no topo da massa, e coloque uma bolinha de manteiga, antes de levar para assar. Asse em forno preaquecido a 180°C por 20 a 40 minutos (dependendo do tamanho do panetone).

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Priscilla Bisognin

Priscilla Bisognin

Engenheira química pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná, mestre em Engenharia Química e doutoranda pela Universidade Federal de Santa Catarina, proprietária da padaria artesanal Cannelé, na cidade de Toledo, no Paraná. Estudou panificação e viennoiserie na Levain, escola de panificação de Rogério Shimura, confeitaria na Lenôtre, em Paris, aula com Dijibril Bodian, padeiro eleito por duas vezes como melhor baguete de Paris.
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