Na manhã de quinta-feira dia 03 de julho, acordamos todos nós para um pesadelo, ou uma cruel realidade. Torcedores e admiradores e aqueles que apreciam futebol ficaram chocados e mesmo aqueles que não gostam do esporte também ficaram comovidos. Por essa inexplicável tragédia.
A primeira reação é o descrédito, impossível entender o tamanho dessa perda, quando o jovem atleta Diogo Jota, português, jogador de futebol excelente e promissor, destaque no Liverpool da Inglaterra e integrante da Seleção de Portugal, tem sua vida ceifada em pavoroso acidente de trânsito.
Nesse mesmo acidente vem à óbito o seu irmão André Silva, nascido em Portugal, atleta do Penafiel e também com brilhante carreira.
Diogo Jota, poucas semanas atrás, se casou com sua namorada de infância e sua companheira desde o inicio de seus sonhos no futebol.
Nas fotos do enlace, é visível sua alegria junto à esposa e seus três filhos. Inclusive a menor é uma bebezinha.

Sim a vida é efêmera! E muitas vezes impossível entender a lógica de certos acontecimentos que fogem à razão.
A perda lamentada e sentida no mundo todo faz lembrar do jovem Dener Augusto de Souza, que também faleceu num acidente de automóvel.
Dener um brilhante meio campista, que driblava com extrema habilidade, dominava a bola como poucos de sua geração, ziguezagueava na frente do adversário que nunca conseguia identificar por onde ele passaria. Por que ele, Dener, passaria e com muita classe e garra. E certamente deixaria o seu gol nas redes.


Dener jogou no Grêmio, no Vasco da Gama, e na Seleção Brasileira de 1991.
A Glória é Eterna! E a fama é efêmera!
O que Fábio, Arias, Tiago Silva e Renato Gaúcho tem em comum?
Acabaram de escrever o próprio nome na história do Fluminense Football Clube e a festa no Rio de Janeiro no bairro das Laranjeiras não tem hora para encerrar.
O técnico Renato Gaúcho, um ídolo como jogador, desse mesmo Fluminense, disse para a imprensa mundial que o Flusão, é o “patinho feio” no meio das grandes potências estrangeiras que disputam as semifinais do SUPER MUNDIAL.


Pode ser que ao sair do Brasil, o Fluminense, se sentisse “o menor dos filhos”, mas com o passar do tempo essa visão acabou e alcançou feitos históricos e surpreendentes.
Não sei se concordo com o Renato, por que dentro do campo, entre as quatro linhas, a disputa se torna bem igual, não importa o tamanho do cheque e nem se o Sheik árabe, tem uma bela recompensa. Temos o que se chama de orgulho e muito amor à camisa!
Renato Gaúcho, Assis, Branco, Carlos Alberto Torres, Castilho, Conca, Deco, Didi, Edinho, Romerito, Fred, Telê Santana, Rivelino, Paulo Victor, Thiago Emiliano, German Cano, John Arias, Fabio Deivson Maciel, Matheus Martinelli, Hércules Pereira do Nascimento…


Jogadores que em várias temporadas e muitos jogos e Torneios brilharam com a camisa Verde, Branca e Grená.
E como diz o hino do Fluminense….Sou Tricolor de Coração, Sou do Clube tantas vezes Campeão”
Estão todos na história do Futebol Brasileiro e provam que ninguém foi lançado de paraquedas, nem chegou agora por mero acaso, foram carreiras construídas com muitos desafios e inúmeras renúncias.
Em breve, muito breve, voltamos à normalidade louca de vários torneios ao mesmo tempo. A velha disputa por espaço e bons jogadores.
Times que surpreendem sobre enorme pressão, ou lutam contra o rebaixamento.
Os ídolos que seguem carreira fora de seus times de origem e outros que retornam ao lar depois de uma nobre jornada no exterior.
A Glória é Eterna! E a vida é Efêmera!
Queridos leitores Ate a semana que vem!
E muito obrigada
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