
Alice e o vendedor de sonhos
Ela caminhou sorrateira até ele com um embrulho nas mãos. Cabeça baixa ele olha para cima e sorri sem graça. A pele enrugada, queimada pelo
Ela caminhou sorrateira até ele com um embrulho nas mãos. Cabeça baixa ele olha para cima e sorri sem graça. A pele enrugada, queimada pelo
Marias, meninas, Clarices, tão mulheres… Castanhas, orientais, loiras, lindamente negras… Todas as cores, todas as raças, pulsar de amores infinitos. Mãe biológica ou amiga do
Pedaço da trilha Colo, conforto, casa de passarinho Amigo é aquela parte que falta em nós Que emenda e remenda nossos retalhos interiores É a
Clara manhã de sons e lírios Os pés, as meias e as nossas teias Te faço café e o cafuné embala teus sonhos O sol
A chuva caia sorrateira. Pela janela gotas prateadas difundiam-se sem pressa. Laura levantou e colou o rosto pálido na vidraça. Por algum tempo permaneceu ali.
Ela mergulhou na foto amarelada. Da casa antiga, as lembranças do balanço, O pinheiro que havia ajudado a plantar ainda criança. No imenso quintal, o
Há vida cá dentro e tantas outras vidas trançando em volta. Atento-me. A moça com o cão, outra a encher a garrafa com água límpida
Amanhecer por dentro Enaltecer a essência Desnudar-se do óbvio Ultrapassar as margens Sobreviver às correntezas Renascer nas tempestades Ignorar as superfícies Romper com as limitações
Escrever é coisa que esparrama do peito para as linhas do papel… É coisa que os olhos capturam coisa que a gente lê nas entrelinhas,
E de tudo, resta o que ficou E no que ficou tanta importância. Garimpei meus valores diamantes, Pedras preciosas de minha alma intranqüila… Inquieta, faminta
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