Os perigos do isolamento social

Os perigos do isolamento social

Sentimento de isolamento e falta de apoio social é um fato de risco ao suicídio reconhecido pela Organização Mundial de Saúde. 

Perda de Esperança, desemprego e aumento da desigualdade social. 

 A crise política e econômica que o Brasil tem passado agrava a situação. 

A pandemia trouxe uma grande insegurança e questionamento para a população. 

 Nunca antes na história desse planeta o tema da saúde mental esteve tão presente na mídia, nas empresas, nas casas e até nas conversas do bar da esquina. 

 Há uma epidemia de sofrimento mental por aí? É possível! 

Existe uma crise de saúde mental em curso, e quem diz isso é a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). 

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), em seu recém lançado Relatório Mundial de Saúde Mental, revelam Que uma em cada 8 pessoas pelo mundo já padeciam com algum sofrimento mental diagnosticável até 2019. A pandemia piorou esse cenário. 

O isolamento social pode desencadear ou agravar doenças psiquiátricas. 

O isolamento social prolongado pode acarretar em uma série de problemas de ordem emocional, comportamental e psicológica. A falta de sentimentos sociais pode levar ao desenvolvimento de depressão, ansiedade e estresse. 

Isolamento social é o comportamento no qual o indivíduo deixa de participar, voluntariamente ou não, de atividades sociais em grupo. 

A causa mais comum para o isolamento social involuntário é o transtorno de ansiedade social, em que a pessoa é incapaz de lidar com os sintomas de ansiedade que são provocados por contato com outras pessoas e o estresse pós-traumático, onde um trauma psicológico pode levar o indivíduo ao completo isolamento. 

Infelizmente o isolamento social é geralmente uma condição que desestabiliza o nosso psicológico, já que um dos princípios que regem a sociedade e a interação entre os humanos. 

Para crianças e adolescentes, por exemplo, o isolamento social pode ser ainda mais sofrido. 

Para esse grupo, a escola é a arena social mais importante e a ausência escolar por períodos prolongados resulta em interação limitada com outras crianças e adolescentes. 

É necessário que os pais auxiliem seus filhos a manter contato com os amigos e parentes. 

O principal efeito do isolamento social são os danos causados à saúde mental. 

O isolamento social, falta de conexão e solidão trazem impactos negativos para a saúde. 

O isolamento social se dá pela falta de conexão entre familiares, comunidades e sociedade, e não necessariamente há o sentimento de solidão. 

A solidão e a falta de conexão são o fato de risco para outras doenças. 

Podem desencadear uma série de problemas mentais e físicos, como ansiedade, depressão, estresse, problemas cardiovasculares, etc. 

O isolamento social é um mecanismo de defesa do homem para evitar traumas do passado, mas esse comportamento é perigoso. Já que fomos criados para vivermos com nossos semelhantes, compartilhar coisas boas e ajudar uns aos outros. 

Um cenário muito comum são pessoas que se sentem insatisfeitas com a sua vida atual e perde a vontade de se relacionar. Sem perceber, frequentemente escolhe ficar em casa, recusando quaisquer possibilidades de interação social. 

As pessoas ao seu redor notam a sua postura antissocial e se afastam por acreditarem ser indesejadas. 

É importante procurar ajuda profissional e praticar atividade física, uma boa opção são os grupos terapêuticos.

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Karina Cardoso

Karina Cardoso

Psicóloga clínica formada desde 2001, com ampla experiência em saúde mental, Psicopedagogia e Recursos Humanos. Atuo com crianças, adolescentes e adultos em atendimentos psicológicos online e presencial, com escuta ativa, acolhimento e abordagem ética, focada em resultados reais. Atendo demandas emocionais diversas — desde questões relacionadas à ansiedade, autoestima e conflitos interpessoais, até quadros mais complexos envolvendo transtornos mentais, neurodivergências e sofrimento psíquico. Tenho vivência com crianças com autismo, TDAH e outros transtornos do desenvolvimento, oferecendo suporte não apenas à criança, mas também à família, por meio de um olhar psicopedagógico e clínico integrado. Minha experiência em RH (Recrutamento & Seleção, Treinamento, Gestão de Negócios) me proporciona uma escuta diferenciada também para adultos com estresse ocupacional, burnout e conflitos no ambiente de trabalho. Público que atendo: Crianças e adolescentes com ou sem diagnóstico Adultos em sofrimento emocional ou em busca de autoconhecimento Famílias que precisam de orientação psicológica e psicopedagógica Profissionais em crise, burnout ou transição de carreira Diferenciais da minha atuação: Mais de 20 anos de experiência clínica e institucional Visão integrada: Psicologia Clínica + Psicopedagogia + RH Atendimento online e presencial, com ética, escuta empática e compromisso com a transformação
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